: : Copos para Comer : :

Que tal esses copos? Parecem old fashioned? Meio antiguinhos?
Saiba que eles são a última moda (e que não seja apenas moda, mas uma onda incorporada na maneira de viver). O estúdio nova iorquino de design The way you see the world (a maneira como nós vemos o mundo) bolou esta novidade.

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Esses copos são feitos inteiramente de Agar Agar, aquela substância extraída de algas vermelhas e amplamente utilizada na indústria alimentícia. Os copos são vendidos em três sabores bem interessantes: limão-manjericão, gengibre-hortelã e beterraba-alecrim, cada um criado para combinar com um drink diferente!

Além de serem comestíveis eles podem ser tranquilamente descartados no meio ambiente pois são biodegradáveis e servem também como adubo para as plantas! E este tipo de gelatina só faz bem para o organismo. Ou seja, a empresa juntou o útil ao agradável! Parabéns à empresa que bolou este produto e que venham novas idéias e produtos que ajudem o ser humano e o planeta.

Fonte:http://atitudesustentavel.uol.com.br/comidasustentavel/

: : Calçados já são fabricados com materiais ecologicamente corretos : :

Pneu reciclado, fibras de bananeira e até rolhas de cortiça são utilizados na produção

AE781_1 A busca por materiais sustentáveis está aumentando significativamente em diversos setores. Um exemplo claro é do vestuário, com os tecidos ecológicos. E outro surge no rastro: calçados sustentáveis.

Pouco sabemos sobre a matéria-prima dos nossos calçados, especialmente daqueles fabricados fora do país. E sabemos muito menos ainda sobre o processo de fabricação.

No Brasil, a empresa paulista Goóc Eco Sandal fabrica sandálias com o solado feito de borracha de pneu reciclado. Ao invés de ser descartado, a matéria-prima é reutilizada para se transformar em calçados.

Para produzir as sandálias, o pneu primeiro precisa virar pó. Depois é regenerado e misturado com borracha natural e sintética. Por fim, faz-se o molde do solado.

Estima-se que são produzidos cerca de 40 milhões de pneus por ano Brasil, mas quase metade é descartada no mesmo período. E já que o pneu demora mais de 600 anos para se reciclar, nada melhor que reutilizá-lo.

A Goóc já reciclou cerca de 2,5 milhões de pneus e espera reciclar mais 40 milhões até 2014.

“Queremos convocar toda a classe empresarial brasileira a participar da causa, para incentivar e desenvolver seus produtos através da técnica de reciclagem de pneus”, afirma Thái Quang Nghiã, fundador da Goóc.

Mas não é só de pneu reciclado que são produzidos calçados ecológicos. A grife Green Valley, de Camboriú (SC), desenvolveu um chinelo de folha de bananeira com alças de látex.

O chinelo é resultado de vários anos de trabalho junto à comunidade de bananicultoras da cidade de Corupá (SC). Além disso, as tiras do chinelo são feitas de látex biodegradável produzido no Acre e no Amazonas, por famílias ribeirinhas, com tecnologia desenvolvida pela Universidade de Brasília.

Fonte: Uol Sustentabilidade
Texto: Gustavo Ribeiro

: : Veja como reduzir o espaço físico do lixo : :

Diminuir o espaço físico que ocupa pode economizar recursos no transporte

A coleta seletiva está presente para apenas 14% da população do país, divididas em 7% das cidades do país. Exemplos são Curitiba (Paraná), Niterói (Rio de Janeiro) e Vitória (Espírito Santo). Um projeto também está sendo implantado em Goiânia (Goiás).

Para que o lixo seja reciclado, ele deve ser separado corretamente, de acordo com a reciclagem feita em cada cidade. Outro cuidado que deve ser tomado é diminuir a quantidade de lixo gerada. Comprar apenas os produtos que são necessários e evitar o uso abusivo de embalagens é necessário. Além disso, tentar reduzir o tamanho do lixo facilita seu transporte.

É o que mostra a jornalista Elisa Almeida França. Dobrar e reduzir fisicamente os espaços que os resíduos ocupam ajudam em todos os tipos de colheita de lixo, já que quanto menor for o espaço usado de um caminhão, mais resíduos podem ser transportados de uma vez, economizando recursos naturais.

Nas cidades com coleta seletiva, outro cuidado que se deve ter é que o lixo esteja limpo e seco.

Em sua casa, Elisa cuida de todos os resíduos que descarta. Além disso, ela mantém o blog Nós Consumimos, em que tenta conscientizar as pessoas sobre o consumo sustentável.

“Como esse é um hábito que aos poucos incorporei no meu dia a dia, estimo gastar não mais do que 5 minutos diários no cuidado com o lixo. Quando o resíduo precisa ser limpo, por exemplo, faço isso na hora de lavar a louça. Em seguida já amasso o que precisa ser amassado, dobro o que precisa ser dobrado, etc”, comenta.

Para isso, Elisa mostra como o lixo pode ser reduzido diariamente.

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Além disso, as latinhas de alumínio e garrafas plásticas podem ser amassadas. O papel deve estar o mais liso possível, sem ser amassado ou picotado. Sempre que possível, evite usar água limpa para lavar o lixo. Use a água da máquina de lavar roupas ou da própria louça, por exemplo.

Em cidades onde não há coleta seletiva de lixo ainda, uma alternativa é separar materiais e encaminhar diretamente para coorporativas de reciclagem.

Fonte:  Uol Sustentabilidade
Texto: Gisele Eberspächer

: : Kit de malas para viagem é todo feito de papelão : :

Até as rodas que acompanham o kit são feitas de papel e podem ser recicladas

 

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Chegar do aeroporto, desfazer as malas e depois reciclá-las. Já imaginou isso? Pois essa é a proposta do designer Devid Graham.

Ele desenvolveu um kit de malas ecológicas que comportam até 20kg, a Move It. São feitas inteiramente de papelão e adesivo, tornando-as 100% recicláveis.

As malas podem ser montadas em diversos modelos, acomodando diferentes tipos e formas de bagagem.

Por mais que elas não possam ser remontadas, é possível guardá-las e usar em outras viagens.

O contato com o designer pode ser feito através do seu site.

Fonte: Uol Sustentabilidade
Texto: Carlos Santos

: : Casinhas para animais de estimação já são sustentáveis e podem ser recicladas : :

Feitas de papelão, as casinhas não precisam de produtos químicos para serem limpas

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Muitos ambientalistas culpam animais de estimação, principalmente cachorros e gatos, por uma parcela grande de poluição ambiental, já que consomem grandes quantidades de produtos e ração.

Mas já existem no mercado vários produtos que pretendem amenizar esse impacto. Um exemplo são as casinhas em papelão, da marca Ecobichos. O material é 100% reciclável e evita o uso de produtos químicos para a limpeza. Além disso, realiza trabalhos com cooperativas de catadores de papelão, ajudando comunidades carentes.

Bruno Pellegatti e Gunther Prux, criadores da marca, explicam que a matéria-prima utilizada tem certificação ambiental e todo o ciclo é sustentável. A maior dificuldade para esse produto foi a criação do conceito e das primeiras peças, já que não existia ainda nada parecido no mercado.

“A idéia surgiu há mais ou menos um ano, quando percebemos que não existiam alternativas ambientalmente corretas no mercado de casinhas para cães e gatos. Acreditamos que os consumidores de produtos pets sejam pessoas com elevada consciência ambiental, que busquem maior harmonização com o meio-ambiente e, assim, surgiu a inspiração para produzir casinhas sustentáveis e divertidas para pets”, comenta Bruno.

Fonte: Uol Sustentabilidade
Texto: Gisele Eberspächer

: : Limpeza ecológica reduz uso de produtos tóxicos : :

Itens simples, como o limão, ajudam a manter a casa limpa e o meio ambiente protegido.

vinagre Poder limpar a casa e não utilizar nenhum tipo de produto tóxico é o sonho de todo mundo que se preocupa com o bem-estar da casa e com o meio ambiente.

O vinagre pode ser considerado um produto de limpeza ecologicamente correto. Sua alta concentração de ácido acético o torna um excelente desengordurante.

Ele pode ser usado para limpar o fogão, desengordurar a louça, retirar odores fortes, etc. O vinagre mais indicado para esse tipo de utilização é o branco, de álcool, que é incolor e evita qualquer tipo de mancha.

Para quem tem animais de estimação, um dos principais problemas é o mau cheiro causado pela urina. Para acabar com isso, basta apenas fazer uma mistura de vinagre com água morna (um terço de vinagre para dois terços de água morna) e aplicar no local, após tirar os resíduos.

Além do vinagre, existem outras maneiras de fazer a faxina em casa sem precisar usar nada tóxico.

Limão O limão e o óleo de cozinha podem ajudar a manter a casa brilhando. Para retirar ferrugem de talheres e peças de alumínio, basta esfregá-los com um pouco de suco de limão e uma palha de aço. Manchas de molho de tomate, por exemplo, são facilmente retiradas colocando-as de molho na água com pedaços de limão.

Ao invés de utilizar lustradores de móveis, misture uma xícara de óleo com o suco de um limão e aplique com um pano macio. No caso de objetos de alumínio, limpe-os com uma solução de óleo de cozinha com álcool em partes iguais.

Enquanto a maioria dos produtos de limpeza possuem na sua composição elementos que prejudicam a natureza, a limpeza verde utiliza recursos renováveis para manter a casa e a natureza livre de poluição.

Fonte: Uol Sustentabilidade
Texto: Carlos Santos

: : O Futuro do planeta em jogo : :

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“O mundo tem até dezembro, em Copenhague, na Dinamarca – quando se realizará a COP-15 –, para definir uma agenda global que estabeleça os esforços que serão feitos para mitigar o avanço das mudanças climáticas, as medidas que serão tomadas para nos adaptarmos às novas transformações que certamente o planeta vai sofrer e a parcela de cada país na conta do aquecimento global.”

O fato de que a Terra está se aquecendo não está em discussão. Tem havido um aumento de temperatura em todo o mundo, sem distinção, em áreas continentais, oceânicas, próximas às grandes cidades, nas regiões rurais e nos lugares mais remotos. Isso prova que se trata de um fenômeno global.

A “15ª Conferência das Partes, da ONU – Organização das Nações Unidas”, é o evento mais aguardado deste ano. De 7 a 18 de dezembro, o futuro da Terra - e, especialmente, da espécie humana - estará em pauta. O encontro tem sido encarado como a última chance para que o mundo chegue a um acordo sobre o que será, realmente, feito para frear o aquecimento global, antes que expire o Protocolo de Kyoto, em 2012.

Não é a primeira vez que o planeta aquece. Em milhões de anos, a Terra já teve concentrações de efeito estufa como agora. Esse é o argumento que o grupo dos chamados "céticos" do aquecimento global usa para dizer que o ser humano não tem nada a ver isso e que suas emissões de carbono não afetam o aquecimento global.

As médias de chuvas também tendem a ser alteradas. Enquanto a Amazônia e o Nordeste diminuiriam sua pluviosidade em 20% - com possibilidades de secas e ondas de calor e, mesmo, da substituição da floresta amazônica por savana -, o Sul e o Sudeste teriam um aumento de 10% de precipitação, que se manifestaria por meio de chuvas extremas e não regulares. Além do impacto ambiental, está aí uma projeção que implica em grandes problemas sociais, de saúde e, também, de ondas migratórias.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_450504.shtml